Pedro Moutinho

Sobre

O novo disco – e espectáculo – de Pedro Moutinho tem por título “Um Fado ao Contrário”, editado pela MWF – Music Without Frontiers  em co-produção com o Museu do Fado. Culminar de um percurso que começou nos anos 90 no circuito formativo das melhores casas de fado de Lisboa, Pedro Moutinho chega a este sétimo álbum – depois dos discos de originais “Primeiro Fado” (2003), “Encontro” (2006), “Um Copo de Sol” (2009), “O Amor Não Pode Esperar” (2013) e “O Fado Em Nós” (2016) e da colectânea “Lisboa Mora Aqui” (2010) – no apogeu da sua voz, da sua maturidade artística e do seu modo pessoalíssimo de ser intérprete, cantor e fadista.

“Um Fado ao Contrário”? Significa isso que este disco, o sexto de originais do fadista, mostra um Fado antagónico, inverso, oposto, virado do avesso? Não, bem antes pelo contrário. Que por aqui anda “Um Fado ao Contrário”, o primeiro single, lá isso anda… Mas também fados clássicos e novos temas criados para a sua voz por compositores e/ou poetas como Amélia Muge, Maria do Rosário Pedreira, Márcia, Manuela de Freitas, Pedro de Castro ou Filipe Raposo. O mesmo Filipe Raposo que também produz este álbum e trouxe para o estúdio novas e surpreendentes sonoridades, ao mesmo tempo que no fado, fado mesmo, conserva a sua essência e tradição.

Voltando a rodear-se de alguns dos melhores compositores e poetas nacionais, Pedro Moutinho abre o novo disco com o tema (e primeiro single) “Um Fado ao Contrário” – em que as palavras e as notas são “de ida e volta” e o final soa a música tradicional rural e festiva -, primeira parceria de sempre entre a compositora Amélia Muge e a poetisa Maria do Rosário Pedreira. Amélia Muge que é, entretanto, a autora da letra de dois temas – “Não Sei se a Tristeza É Triste” (um fado com música de Filipe Raposo) e “Ruas do Tempo” (escrita sobre o tradicional Fado José Marques do Amaral) –  e assina a autoria completa (música e letra) da balada “Uma Pena que Me Coube” e de um fado que parece namorar com a milonga e a morna “Aquele Bar”.

Outra colaboração inédita é a da letrista Manuela de Freitas com o compositor (e guitarrista) Pedro de Castro, no alegre, gaiato e cheio de trocadilhos “Graça da Graça”. Manuela de Freitas é também a autora da letra de “Chego Tarde, Canto o Fado”, sobre uma rapsódia de fados da lendária dupla de irmãos Ramos – o guitarrista Casimiro e o viola Miguel, conhecidos como “Os Pinoia”. Continuando a homenagear grandes nomes do Fado – como anteriormente tinha feito com Carlos Ramos, Hermínia Silva ou Carlos do Carmo -, Pedro Moutinho canta ainda uma letra do fadista e poeta Manuel de Almeida, “Foi Um Bem Conhecer-te” no Fado Corrido, e “Maldição”, com letra de Fernando Farinha sobre o Fado José António (Sabrosa) em Sextilhas. E homenageando um nome, também maior, da nossa música popular – Vitorino Salomé – está aqui “Tragédia da Rua das Gáveas” (tema que no álbum “Leitaria Garrett” Vitorino gravou com um “cavalinho” de marchas populares e que nesta versão surge com instrumentos de fado). Talvez a surpresa maior do álbum, “Força do Mar” é uma canção com a fortíssima marca autoral de Márcia, arranjada para piano e guitarra eléctrica.

Nas gravações de “Um Fado ao Contrário” Pedro Moutinho contou com os músicos Filipe Raposo (piano), Quiné Teles (percussão), André Santos (guitarra eléctrica), Pedro Soares (viola), Daniel Pinto (baixo acústico) e Ângelo Freire (guitarra portuguesa), sendo a mistura e remasterização de António Pinheiro da Silva e do próprio Pedro Moutinho.

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