Helder Moutinho

Sobre

Helder Moutinho é um dos mais carismáticos e genuínos fadistas da atualidade. 

Intérprete, compositor e poeta, profundo conhecedor dos segredos, códigos e mistérios do Fado, Helder Moutinho tem mais de vinte anos de carreira consagrada à herança que recebeu dos seus familiares e dos grandes mestres que se cruzaram na sua vida, tornando-o assim num Fadista de culto. Uma herança que acarinha, preserva e amplifica para um fado cada vez mais contemporâneo. Em “Escrito no Destino”, o novo espectáculo, canta o amor e a saudade, o passado e o futuro, a vida e as viagens – musicais, poéticas, metafóricas, temporais, geográficas… As histórias de que tem sido feito, (re)feito e (des)feito o seu destino de cantar ao Fado…

Depois de alguns discos em que se dedicou na sua esmagadora maioria à interpretação de fados tradicionais com os seus poemas fundadores ou com novos poemas (alguns da sua autoria), aos quais sempre se juntaram algumas composições originais – Helder Moutinho edita em 2013 o álbum “1987” e afirma-se perante a critica como um dos mais importantes intérpretes do novo século. Em 2016 lança “O Manual do Coração”, em que todos os poemas são assinados por João Monge – um dos mais consagrados poetas portugueses – e a música está igualmente a cargo de alguns dos mais importantes compositores portugueses: Mário Laginha, Vitorino, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Pedro da Silva Martins ou Ricardo Parreira. Um álbum unanimemente louvado pelos amantes de fado e pela crítica, que adivinha em muitos destes novos fados… futuros fados tradicionais. Que é outra maneira de dizer: herança recebida, herança (re)transmitida.

Nascido em Oeiras, numa família em que o fado esteve e está sempre presente – bisneto, filho e irmão de fadistas -, Helder Moutinho cedo contactou com as grandes canções do fado. E cedo se emocionou com as palavras que ouvia e se apaixonou pelos enigmas e cambiantes que adivinhava nesta música bela, misteriosa, circunspecta e profunda. 

Foi ali, onde o Tejo encontra o Atlântico, que Helder Moutinho começou a escrever poemas para fado. E foi depois, já no final da adolescência, que veio a revelação: ao cantar um dos seus poemas para Beatriz da Conceição, a grande fadista pergunta-lhe: “O menino também canta?”.

Canta, pois. E nunca mais parou. No início dos anos 90, Helder Moutinho esteve na vanguarda de uma nova vaga de fundo, que contribuiu decisivamente para o ressurgimento e renascimento do fado. Fez o circuito das casas de fado, onde bebeu avidamente os ensinamentos que lhe foram transmitidos por Beatriz da Conceição, Celeste Rodrigues, Fernando Maurício, Argentina Santos ou António Rocha). Ensinamentos que fazem parte dessa herança (imaterial, mas preciosíssima) que carrega desde sempre. E só a seguir chegaram os álbuns e os concertos, poemas escritos e músicas compostas, num processo de amadurecimento e evolução constantes e coerentes.

Enquanto prepara a edição de um novo álbum para o início de 2020, o novo espectáculo de Helder Moutinho só poderia mesmo chamar-se… “Escrito no Destino”.

A palavra fado, é sabido, descende do termo latino “fatum”, que significa destino. O destino entendido enquanto sorte, futuro, fatalidade, fortuna, sina… Mas também enquanto rumo e direção, caminho e criação, vontade e utopia. Um destino que pode estar escrito em linhas traçadas nas mãos ou nas estrelas, mas que também pode ser inventado e reinventado a qualquer momento e por cada um de nós, agentes do (nosso próprio) destino. O destino não se escreve – é antes um livro em branco onde nós escolhemos escrever – mas pode ser cantado. 

Helder Moutinho é um fadista que teve o fado como destino, mas que também tem escrito, tantas vezes, qual o destino que quer no (seu) fado. Em “Escrito no Destino”, o novo espectáculo, canta o amor e a saudade, o passado e o futuro, a vida e as viagens – musicais, poéticas, metafóricas, temporais, geográficas… As histórias de que tem sido feito, (re)feito e (des)feito o seu destino de cantar ao Fado..

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